Ontem eu assisti o filme Julie & Julia e gostei bastante. A história da Julie me lembrou minha amiga Maria Luiza e até cheguei a ligar para ela durante o filme e prometi dar uma cópia para minha cozinheira favorita. É o meu presente de natal pra ela.
Admito que nunca fui fã de cozinha, simplesmente porque cozinhar, por mais gostoso e saudável que seja, também remete à sujeita das louças. E o Restaurante Universitário sempre foi uma pedida mais barata, depois que me tornei uma estudante da UFSM (o que não foi bom lembrar, já que dentro de um mês não terei vínculo com essa universidade e o futuro é incerto e e e e e e). Mas ultimamente tenho me aventurado na cozinha, e especialmente as carnes, as massas e os molhos estão ficando bem gostosos. Me gabo que não uso sal e que sal, acima de tudo, não é tempero. Ouvi isso em algum lugar.
Hoje eu fui para a cozinha pensando no que ia fazer, e resolvi tentar uma experiência: um pouco de tudo. Cortei dois bifes de carne de gado, não grandes e sim pequenos, em pedaços. Coloquei na frigideira azeite de oliva, ervas finas, manjericão e pimenta. Acrescentei a carne e deixei cozinhar. Coloquei extrato de tomate, milho, quatro champignon inteiros e um ovo.
Estava mexendo, com um baita medo de acabar queimando. A carne não fritava, e eu realmente não queria comer nada cru. Acrescentei queijo, porque tudo com queijo fica bom: para mim é como a cereja do bolo. Provei o molho e ‘’’bãe’’, tava tri bom. Para quem não acredita que eu não me remeti ao velho e enjoativo miojo, as fotos estão aqui para comprovar.
Ficou uma delícia e após meia hora eu ainda não morri nem tive uma intoxicação alimentar, o que deve ser um baita sinal. Eis a carinha de satisfação:





